Tremembé recebe imersão com Jonas Kaz

Tremembé recebe imersão com Jonas Kaz e reúne empresários de toda a região em evento apoiado por diversas cidades e entidades

Nos dias 25 e 26 de fevereiro de 2026, o Centro de Eventos em Tremembé será palco da Imersão com Jonas Kaz, um encontro intensivo voltado para marketing digital, vendas e estratégia para negócios, direcionado a empresários e profissionais liberais que buscam aumentar o faturamento utilizando o digital de forma estratégica.

Conhecido como o “mentor dos mentores”, Jonas Kaz conduzirá dois dias de conteúdo prático e direcionamento real para crescimento, com foco em aplicação direta no negócio. A proposta da imersão é ir além da motivação e entregar estratégias aplicáveis, vendas com foco em resultado e posicionamento sustentável no ambiente digital.

Entre os temas que serão abordados durante a imersão estão:

  • Estratégias de marketing digital aplicadas ao negócio
  • Vendas com foco em resultado (menos esforço e mais conversão)
  • Formas de alavancar o faturamento com estratégia
  • Uso do digital para atrair clientes e vender mais
  • Posicionamento e crescimento sustentável no ambiente digital

O evento é realizado pela Prefeitura de Tremembé e conta com o apoio de diversas cidades da região, associações comerciais e entidades de classe, reforçando a força de um movimento regional de capacitação empresarial. Entre os apoiadores estão SICREDI, Acitre, Prefeitura de Caçapava, Consórcio Três Rios, CIESP, Sincovat, FlyNow, ACIP e ACIT.

A expectativa é reunir cerca de 200 empresários, diretores e profissionais liberais, promovendo networking qualificado e troca de experiências entre líderes de diferentes segmentos.

Informações:

Data: 25 e 26 de fevereiro de 2026
Horário: 9h às 18h (nos dois dias)
Local: Centro de Eventos – Tremembé
Endereço: Rua Albuquerque Lins, s/n – Praça Geraldo Costa
Público-alvo: empresários e profissionais liberais
Vagas limitadas – inscrição obrigatória

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Tendências de design e impressão para 2026

Por Thiago Leon Marti*

Em um cenário cada vez mais digital e acelerado, falar sobre tendências de design e impressão para 2026 é, antes de mais nada, falar sobre contraste. Se por um lado vivemos cercados por telas, interfaces minimalistas e estímulos constantes, por outro cresce o desejo por experiências mais sensoriais, expressivas e memoráveis. É nesse ponto de tensão que o design gráfico e a impressão ganham protagonismo, deixando de ser apenas suportes visuais para se tornarem ferramentas estratégicas de conexão entre marcas e pessoas.

Depois de anos marcados por estéticas neutras e funcionais, a expectativa para 2026 é o retorno do impacto visual. O maximalismo aparece como uma resposta direta ao excesso de padronização: cores vibrantes, contrastes intensos, composições ousadas e uma linguagem visual que não tem medo de chamar atenção. Essa tendência dialoga com o uso crescente de cores biofílicas, inspiradas na natureza, que ajudam a transmitir sensações de bem-estar, proximidade e autenticidade, além de tipografia deixando de ser apenas elementos de leitura para se tornarem protagonistas da composição, com fontes experimentais, escalas exageradas e layouts que flertam com o artístico.

No universo da impressão, essas tendências visuais se materializam de forma ainda mais potente por meio da valorização do toque. Em 2026, acabamentos e texturas deixam de ser detalhes para se tornarem parte essencial da experiência. Laminação soft touch, verniz localizado, relevos, hot stamping e papéis especiais ampliam a percepção de valor dos materiais impressos e criam um vínculo sensorial que o digital, sozinho, não consegue oferecer. Em um contexto de excesso de estímulos virtuais, o impresso bem executado se destaca justamente por ser físico, presente e durável.

Essa busca por experiências mais significativas também está diretamente conectada à sustentabilidade. O uso de substratos reciclados, papéis certificados e processos produtivos mais eficientes já não é apenas um diferencial competitivo, mas um critério de escolha para muitas marcas. Mais do que um discurso, a sustentabilidade passa a influenciar a própria estética dos projetos, com texturas naturais, acabamentos mais orgânicos e uma valorização do material em sua forma original. O resultado é uma comunicação que expressa responsabilidade ambiental de forma visual e tangível.

A tecnologia, por sua vez, deixa de ser vista como oposta ao design e à impressão e passa a atuar como aliada da criatividade. Por isso, ferramentas de inteligência artificial já apoiam designers na criação de layouts, na combinação de cores e na experimentação de diferentes abordagens visuais, acelerando processos e ampliando possibilidades. Na impressão, esse avanço se traduz em soluções de personalização em escala, como a impressão sob demanda e o uso de dados variáveis, que permitem adaptar mensagens, layouts e formatos de acordo com o público, o contexto ou o momento da campanha.

Além disso, a integração entre impresso e digital se fortalece por meio de experiências híbridas, como QR Codes inteligentes e recursos de realidade aumentada, que conectam o material físico a conteúdos interativos. Essa convergência amplia o papel da impressão dentro das estratégias de comunicação e marketing, tornando-a parte ativa da jornada do consumidor.

Vale concluir que o que se observa para 2026 é que design e impressão deixam de cumprir apenas uma função estética para ocupar um lugar estratégico na construção de marcas relevantes. A combinação entre impacto visual, sensorialidade, tecnologia e sustentabilidade aponta para um futuro em que o impresso não apenas acompanha as tendências, mas se reinventa como um meio poderoso de expressão, diferenciação e experiência.

* Thiago Leon Marti, é Head de Branding, Design e Comunicação na Printi. É formado em Produção Gráfica e Design Gráfico, com Pós Graduação em Design Gráfico pela Faculdade de Belas Artes da Hungria e também em Design Estratégico e Inovação pelo IED-Brasil. O executivo conta com trajetória multidisciplinar nas áreas de design e experiência no universo do terceiro setor e impacto social, e tem passagens pelo Instituto Máquina do Bem e eduK.

Sua marca pulou nesse Carnaval ou ficou só assistindo o bloco passar?

Imagem gerada por IA

Por Josué Brazil (com apoio de IA)

O Carnaval é uma das maiores plataformas de atenção do Brasil. Durante alguns dias, as ruas se enchem, os feeds aceleram, os stories se multiplicam e as conversas ganham ritmo próprio. É cultura, é entretenimento, é comportamento — e, para as marcas, é oportunidade estratégica. A pergunta que fica é simples e provocativa: sua marca entrou no bloco ou ficou olhando da calçada?

Muito além do glitter e dos trios elétricos, o Carnaval representa um pico de engajamento social. O consumo muda, a rotina muda, o humor muda. As pessoas estão mais abertas à experimentação, à descoberta e à interação. Isso significa que as marcas têm um terreno fértil para gerar conexão emocional, fortalecer posicionamento e ampliar visibilidade — especialmente quando conseguem dialogar com o contexto cultural do momento.

Oportunidades regionais

E não estamos falando apenas dos megapatrocínios que dominam avenidas como as do Sambódromo da Marquês de Sapucaí ou do Circuito Barra-Ondina. O Carnaval acontece também nas cidades médias, nos bairros, nos blocos independentes e nas programações regionais. É justamente nesse território que muitas marcas encontram uma chance poderosa de presença local, construindo relevância onde realmente importa: na comunidade.

Marcas inteligentes entendem que não se trata apenas de “surfar na onda”, mas de participar da conversa com autenticidade. Isso pode significar apoiar um bloco regional, criar uma campanha temática bem-humorada, desenvolver ações promocionais contextualizadas ou produzir conteúdo que dialogue com o espírito da festa. Timing e coerência são mais valiosos do que oportunismo vazio.

Há ainda um fator importante: o Carnaval não é só evento, é narrativa. Ele gera repertório cultural, memes, tendências visuais, músicas e debates que seguem reverberando mesmo depois da quarta-feira de cinzas. Marcas que sabem capturar esses códigos e transformá-los em comunicação relevante prolongam o impacto e mantêm a conversa ativa por mais tempo.

Uma reflexão estratégica

No fim, a reflexão estratégica permanece: enquanto milhões de pessoas estavam vivendo, postando e consumindo experiências, sua marca estava onde? No camarote da estratégia bem planejada ou esperando a poeira baixar para agir? No mercado da atenção, ficar parado também é uma escolha. E, muitas vezes, é a escolha de deixar a concorrência brilhar no desfile da lembrança de marca.

Antes do feed, havia a frequência. Rádio e a escola invisível da propaganda

Por Josué Brazil (com apoio de IA)

No dia 13 de fevereiro celebramos o Dia Mundial do Rádio, um dos meios de comunicação mais resilientes da história. Em um mundo dominado por telas, plataformas e métricas em tempo real, o rádio segue relevante, próximo e incrivelmente eficiente. Mais do que um veículo, ele é uma verdadeira escola para a propaganda — uma escola invisível, mas profundamente formadora.

Foi no rádio que a publicidade aprendeu a construir imagens sem mostrar nada. Ali, a criatividade deixou de depender do visual e passou a depender da força do texto, da interpretação e da trilha sonora. Um bom roteiro radiofônico não descreve apenas um produto: ele cria cenários, desperta emoções e ativa a imaginação do ouvinte. Em poucos segundos, uma marca pode transportar alguém para outro lugar — apenas com voz e som.

Muito antes dos algoritmos digitais, o rádio já entendia segmentação. Programas diferentes atraíam públicos distintos, criando oportunidades estratégicas para anunciantes. Antes dos influenciadores, os locutores já eram figuras de autoridade, emprestando credibilidade às marcas. E antes dos vídeos curtos, o storytelling em 30 segundos já era uma arte dominada pelos redatores publicitários.

A linguagem publicitária também ganhou ritmo nas ondas do rádio. O timing da locução, a repetição estratégica do slogan, o poder dos jingles e a construção de assinaturas sonoras nasceram — ou se consolidaram — nesse ambiente. Até hoje, muitos dos princípios que orientam roteiros para podcasts, anúncios em áudio digital e até vídeos para redes sociais têm raízes na lógica radiofônica.

Além disso, o rádio sempre foi um meio de proximidade. Ele acompanha o trânsito, o trabalho, a rotina doméstica. Está presente nos momentos cotidianos, criando uma relação íntima entre comunicador e ouvinte. Para as marcas, isso significa entrar na vida das pessoas de maneira orgânica e constante — algo que nenhuma tecnologia substituiu completamente.

Celebrar o Dia Mundial do Rádio é também reconhecer sua contribuição para a evolução da propaganda. Se hoje falamos em experiência, conexão e narrativa, é porque aprendemos, lá atrás, que uma boa história bem contada pode atravessar qualquer frequência. Enquanto houver alguém disposto a ouvir, haverá espaço para marcas que saibam conversar. E nisso, o rádio continua sendo mestre.